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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili
 
Gênero: Infantil
Estúdio: Diler & Associados
Direção: Marcus Figueiredo
Roteiro: Renato Aragão, Paulo Cursino, Mauro Wilson e Marcus Figueiredo
Produção: Diler Trindade
Fotografia: Cézar Moraes
Desenho de Produção: Ana Schlee
Direção de Arte: Paulo Flaksman
Figurino: Maria Diaz
 
 
Elenco
Renato Aragão - Didi
Lívian Taranto Aragão - Princesa Lili - criança
Camila Rodrigues - Princesa Lili - adulta
Matheus Massaafferri - Juan - criança
Guilherme Berenguer - Juan - adulto
Vera Holtz - Rainha Valentina
Werner Schünemann - Rei Lindolfo
Eike Duarte - Galante - criança
Paulo Nigro - Galante - adulto
Sérgio Mamberti - Sacerdote
Alexandre Zachia - Jafar
 
 
 
 
Lili é uma menina de sete anos que vive em uma escola para futuros grandes lideres onde é pouco considerada por seus colegas e sua professora.  Ninguém sabe a origem real da pequena menina e como o passatempo preferido da garota é desenhar borboletas todos os colegas brincam dizendo que o pai de Lili é na verdade um caçador de borboletas e não alguém “de classe”. Por ter uma origem humilde a garota não dá a menor bola para os insultos proferidos de seus arrogantes colegas, até que um dia...
 
Lili descobre então que é a mais afortunada de sua classe, fica perplexa ao receber a noticia de que é na verdade a princesa de um reino chamado Landnóvia e que seus pais foram obrigados a deixar que a garota crescesse longe do reino pois sua vida corria perigo.
 
Ao chegar em Landnóvia a princesa é recebida pelo Rei Lindolfo e pela Rainha Valentina e acaba conhecendo alguém que a acompanhará para o resto de sua vida: o cavalariço Didi – O melhor amigo do rei. Didi não tem sangue real, não faz parte da corte real, nem ao menos tem bons modos. Pelo contrario!
 
O grande inimigo da trama é Jafar o irmão mais novo do Rei Lindolfo. Jafar morre de inveja, pois sempre fica em segundo lugar. Desde que Lili nasceu o malvado tenta acabar com a vida da garota para que desta forma seja ele, Jafar, quem irá subir ao trono quando Lindolfo morrer.
 
Didi, humilde e sempre brincalhão, acaba por diversas vezes estragando os planos de Jafar e em uma tentativa de se livrar de Didi quem acaba levando a pior é o Rei. Sem Lindolfo no trono, Lili e sua mãe correm um grande risco.
 
Porém existe um ser inalcançável dentro de Landnóvia – o cavaleiro Solitário – que tem o dever de proteger o reino a gerações. E agora este titulo de corajoso guerreiro vai parar nas mãos de Didi.
 
Jafar muito esperto, já viu que não adianta tentar “eliminar” seus oponentes ao trono e decide esperar que Lili complete a maior idade e se case com o seu filho Galante. O que Jafar não esperava é que Lili já estivesse apaixonada. Ainda criança Lili conhece Juan um plebeu que cuida das flores do castelo.
 
Lili vai estudar fora de Landnóvia novamente... Em busca de como ser uma boa rainha. Ao retornar Lili já é maior de idade e deve se casar, Galante não perde tempo e arma uma cena de seqüestro para que ele como um príncipe encantado salve Lili.
 
O problema é que Lili não esqueceu seu jovem amor plebeu e para ajudar (ou não) Lili reencontra Juan que agora é chefe da guarda real do castelo. Mas ainda existe um obstáculo, Juan ainda não é nenhum nobre e Lili precisa se casar. O que fazer?
 
Algumas curiosidades sobre o longa, a história foi originalmente escrita por Didi e depois roterizada, outra questão é que Lili é na realidade filha de Renato Aragão e este é o quinto filme em que os dois trabalham juntos. E por fim o tão esperado “Oh psit” de Renato Aragão foi deixado de lado e em O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili  o jargão utilizado é “Oh boy”.
 
Então, Oh Boy, corra já para o cinema! Aproveita que no Cinesystem tem promoção de férias todos os dias!

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